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Equipe Theòs celebra o dia da padroeira de Maringá

Imagem da Catedral Basílica Menor N. Sra. da Glória de Maringá-PR – Natal de 2006

A Equipe Theòs lembra hoje de Nossa Senhora da Glória, padroeira da Arquidiocese de Maringá, onde fica a sede da empresa. Por ocasião deste data festiva, a Igreja Particular de Maringá tem uma agenda extensa que se encerra às 18h numa Santa Missa campal presidida pelo Cardeal Dom João Bras de Aviz, em frente a Catedral Basílica Menor.

A Catedral de Maringá-PR levou 13 anos para ficar pronta (1959-1972) e recebeu o título de Basílica Menor em 1982

Sobre Nossa Senhora da Glória

Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora da Assunção, embora sejam representadas de maneiras diferentes, têm a mesma festa litúrgica em que a Igreja celebra a glorificação de Maria, assunta ao Céu, coroada como Rainha da Glória. Por isso é representada trazendo uma coroa na cabeça, um cetro na mão e nos braços o Menino Jesus. Sua devoção  chegou até nós pelos colonos portugueses, que em 1503, construíram em Porto Seguro a primeira igreja a ela dedicada.
(Extraído do livro Povo em Oração – paulinas – pág. 189)

Representação de N. Sra. da Glória

Maria aparece pela última vez nos escritos do Novo Testamento no primeiro capítulo dos Atos dos Apóstolos: ela está no meio dos Apóstolos, em oração, no cenáculo, aguardando a descida do Espírito Santo. A concisão dos textos inspirados opõe-se a abundância das informações sobre Nossa Senhora nos escritos apócrifos, especialmente o Proto-evangelho de Tiago e a Narração de São João, o teólogo, sobre a dormitio (passagem da Santa Mãe de Deus). O termo dormitio é o mais antigo que se refere ao desfecho da vida terrena de Maria. Esta celebração foi decretada no Oriente no século VII, com um decreto do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormitio (= passagem para outra vida) foi introduzida também em Roma por um papa oriental, Sérgio I. Mas passou-se um século antes que o termo dormitio cedesse lugar àquele mais explícito de Assunção.

A definição dogmática, pronunciada por Pio XII em 1950, declarando que Maria não precisou aguardar, como as outras criaturas, o fim dos tempos para obter também a ressurreição corpórea, quis pôr em evidência o caráter único da sua santificação pessoal, pois o pecado nunca ofuscou, nem por um instante, o brilho de sua alma. A união definitiva, espiritual e corporal do homem com Cristo glorioso, é a fase final e eterna da redenção. Assim os santos, que já tem a visão beatífica, estão de certo modo aguardando a plenitude final da redenção, que em Maria já havia acontecido com a singular graça da preservação do pecado.

À luz desta doutrina que tem fundamento na Sagrada Escritura, o Proto-evangelho, referindo-se ao primeiro anúncio da salvação messiânica dado por Deus aos nossos progenitores após a culpa, apresenta Maria como a nova Eva, intimamente unida com o novo Adão, Jesus. Jesus e Maria estão realmente associados na dor e no amor para expiarem a culpa dos nossos progenitores. Maria é portanto, não só Mãe do Redentor, mas também sua cooperadora, a ele intimamente unida na luta e na decisiva vitória. Essa íntima união requer que também Maria triunfe, como Jesus, não somente sobre o pecado, mas também sobre a morte, os dois inimigos do gênero humano. Como a redenção de Cristo tema a sua conclusão com a ressurreição do corpo, também a vitória de Maria sobre o pecado, com a Imaculada Conceição, dever ser completa com a vitória sobre a morte mediante a glorificação do corpo, com a Assunção, pois a plenitude da salvação cristã é a participação do corpo na glória celeste.

Fonte: Cadê meu santo

ORAÇÃO

Imagem da padroeira em frente da Catedral de Maringá

Ó Virgem Bem aventurada, louvada e querida de todos os Santos, rogai por mim, pecador, ao vosso precioso Filho.

Estrela dos Anjos, formosura dos Arcanjos e dos Santos Patriarcas, Santíssima Coroa dos Mártires e das Virgens, ajudai-me, Senhora, naquela verdadeira hora da minha morte para que possa ter ingresso minha alma em vossa preciosa morada.

Ó Bem-aventurada protetora dos Cristãos. Virgem Santíssima, nas vossas mãos, antes do sono eu entrego extenuado de fadiga, minha alma e que vosso santo Filho me ampare com sua Santa Glória.

Livrai-me, Mãe Santíssima, de meus inimigos, que eles tenham olhos e não me vejam.
Livrai-me da morte inesperada para que eu possa morrer em tua Glória.

Mãe Misericordiosa tem piedade de nós.

Amém.

Outras igrejas dedicadas a Nossa Senhora da Glória

Co-Catedral Nossa Senhora da Glória de Francisco Beltrão-PR

Catedral Diocesana Nossa Senhora da Glória de Cruzeiro do Sul-AC

Catedral Metropolitana de São Paulo-SP dedicada a Nossa Senhora da Assunção

Paróquia redentorista em Juiz de Fora-MG dedicada a N. Sra. da Glória

Depoimento do Pe. Roberto