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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

  1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

  1. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

  1. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro – Festa do Evangelista São Lucas – de 2016.
Francisco

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Papa Francisco completa 79 anos

“É uma grande alegria poder expressar ao Santo Padre a mais calorosa felicitação de um feliz aniversário e acrescentamos a isto também a fervorosa oração ao Senhor para que o ajude neste seu delicadíssimo e importantíssimo papel para a Igreja”, expressou o cardeal Santos Abril y Castelló, arcipreste da Basílica de Santa Maria Maior, por ocasião do aniversário do papa Francisco.

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Hoje, 17 de dezembro, o papa comemora 79 anos de vida. Jorge Mario Bergoglio nasceu no ano de 1936, em Buenos Aires, Argentina.  É jesuíta e foi nomeado arcebispo da capital argentina em 1998. Bergoglio foi eleito pelo conclave em 28 de fevereiro de 2013, sucedendo Bento XVI.

Vida sacerdotal

No domingo, 13 de dezembro, Francisco completou 46 anos de ordenação sacerdotal. Foi ordenado presbítero em 1969. Também, sobre a data, o cardeal Santos Abril, desejou bênçãos ao pontífice.

“O primeiro é desejar a ele toda a ajuda do Senhor e a ajuda de Nossa Senhora, para que possa realizar tudo aquilo que deseja fazer para reformar a Igreja, para que possa, por sua vez, ser de ajuda também para toda a humanidade, e que com esta ajuda continue com serenidade, com tranquilidade e que possa sentir-se contente e alegre”, disse o cardeal.

Ao final da declaração, dom Castelló recordou o empenho do papa Francisco, como pastor da Igreja Católica. “Vemos que ele está cumprindo com grande dedicação, total, absoluta, este papel e por isto o acompanhamos com a oração, com o afeto e com o desejo de que o Senhor e que Nossa Senhora, a qual ele é muito devoto, possam ajudá-lo a continuar a desempenhar esta missão na maneira como a desempenhou até agora”.

CNBB com informações da Rádio Vaticano.

Papa Francisco nomeia bispos auxiliares para São Paulo

O papa Francisco nomeou hoje, 10, dois novos bispos auxiliares para a arquidiocese de São Paulo (SP), sendo eles: padre Eduardo Vieira dos Santos e padre Devair Araújo da Fonseca. Atualmente, padre Eduardo exerce a função de chanceler e cura da catedral da Sé na mesma arquidiocese. Já padre Devair estava como pároco da paróquia São José em Orlândia, diocese de Franca.

Padre Eduardo

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É natural de Bom Sucesso, no Paraná. Nasceu em 18 de março de 1965. Aos 23 anos, ingressou na Congregação de Santa Cruz, em São Paulo. Em 12 de dezembro de 2000, foi incardinado na arquidiocese de São Paulo e ordenado sacerdote em 15 de dezembro do mesmo ano. Durante sete anos, exerceu a função de pároco da paróquia São João Gualberto e, por seis anos, foi vice-reitor do Seminário de Teologia Bom Pastor. Atualmente está como chanceler e cura da catedral da Sé.  É mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma (PUL).

Padre Devair

Novos bispos SP - 2014

Nascido em Franca (SP), em 1º de abril de 1968, padre Devair iniciou os estudos no Seminário Maior Nossa Senhora do Patrocínio, em 1992. Recebeu a ordenação sacerdotal no dia 20 de dezembro de 1998. Até a data da nomeação, exercia a função de pároco da paróquia São José em Orlândia. Durante sua trajetória sacerdotal foi capelão do Carmelo Santa Teresa e Beata Miriam, reitor do Seminário diocesano “Nossa Senhora do Carmo” de 2004 a 2006. Em 2011, assumiu o cargo de coordenador diocesano de pastoral. Também foi assessor da Escola de Teologia e Escola Diaconal. Atuou como docente no Centro de Estudos da arquidiocese de Ribeirão Preto, Instituto de Filosofia e Teologia de Jaboticabal e no Instituto João XXIII, em Franca. No regional Sul 1 da CNBB, exerceu a presidência e secretaria da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (Osib).

Nomeado bispo auxiliar para Olinda e Recife

O papa Francisco nomeou hoje, 12 de novembro, padre Antonio Tourinho Neto como bispo auxiliar da arquidiocese de Olinda e Recife (PE). Até a data da nomeação, ele estava como pároco da paróquia do Cristo Rei, em Jequié (BA).

Pe. Toninho

Padre Toninho nasceu em 9 de janeiro de 1964, em Jequié. Foi ordenado presbítero em 20 de janeiro de 1990. É formado em Ciências Contábeis e Psicanálise pela Sociedade Psicanalista do Estado da Bahia (SPEB). Aos 18 anos, ingressou no Seminário Central da Bahia onde obteve o título de bacharel em Filosofia. No Seminário de São José no Rio de Janeiro, cursou Teologia. Possui pós-graduação em Direito Canônico pelo Pontifício Instituto Superior de Direito Canônico do Rio de Janeiro.

Trajetória sacerdotal

Padre Antonio Tourinho foi vigário paroquial em Aiquara. Exerceu o cargo de defensor do Vínculo Matrimonial e Promotor de Justiça no Tribunal Eclesiástico regional Nordeste 3, de 1990 a 1993. Por dezenove anos, atuou como juiz auditor da Câmara Eclesiástica da diocese de Jequié (1990-2009). Assumiu outras funções, entre elas, pároco da catedral Santo Antônio e em Quilômetro Cem, chanceler diocesano, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores.

Foi também coordenador regional das Fazendas da Esperança nos estados da Bahia, Sergipe e Alagoas. Lecionou Direito Canônico na Faculdade Dom Valfredo Tepe (FACTEP), em Ilhéus (BA), de 1999 a 2007. Em 2012, foi eleito vigário geral da diocese onde permaneceu até este ano. É pároco da paróquia do Cristo Rei, em Jequié (BA), e docente em Direito Canônico na Faculdade Católica da arquidiocese de Feira de Santana.

Fonte: CNBB

Papa envia mensagem sobre a Copa do Mundo aos brasileiros

“Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana”, disse o papa Francisco em mensagem aos brasileiros por ocasião da Copa do Mundo 2014 que tem início hoje, 12.

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O papa afirmou ser preciso superar o racismo e que o futebol deve ser uma escola de construção para uma cultura do encontro, que permita a paz e a harmonia entre as pessoas. Disse, ainda, que “’para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo”.

No vídeo mensagem, Francisco chamou a atenção para que a grande festa do esporte seja motivo de “solidariedade” e “respeito” entre os povos.

Em outro trecho, o papa afirmou esperar que a Copa seja, além do esporte, festa de “solidariedade” entre os povos. “O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna”, destacou Francisco

Ao final da mensagem, o papa convidou a todos para a promoção da paz no esporte. Lembrando que “o segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida”.

O jogo de abertura da Copa do Mundo 2014 será entre Brasil e Croácia, na cidade São Paulo. Ao todo, 32 seleções disputarão 64 jogos. A partida final está marcada para 13 de julho, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Confira a íntegra do texto:

Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!

 Fonte: CNBB

Dom João Bosco é nomeado bispo de Osasco (SP)

O papa Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Ercílio Turco, em conformidade com o cânon 401.1 do Código de Direito Canônico, e nomeou hoje, 16, como bispo da diocese de Osasco (SP), dom João Bosco Barbosa de Sousa, OFM, transferindo-o da sede episcopal de União da Vitória (PR).

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Trajetória

Dom João Bosco Barbosa de Sousa é natural de Guaratinguetá (SP), membro da Ordem dos Frades Menores (OFM). Foi nomeado bispo em 03 de janeiro de 2007, sendo ordenado no dia 23 de março do mesmo ano. É bispo de União da Vitória desde 30 de março de 2007. O lema “Cristo nossa vitória” conduz a missão episcopal de dom João Bosco que atualmente é presidente do Regional Sul 2 da CNBB.

Com formação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e Comunicação Social pela União Católica Internacional de Imprensa, dom João Bosco dedica-se aos trabalhos da Pastoral da Comunicação, com experiências em mídias audiovisuais, rádio e televisão. Em 2013, integrou a comissão do texto base da 51ª Assembleia Geral da CNBB.

Fonte: CNBB

Nomeado bispo para Cornélio Procópio (PR)

O papa Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Getúlio Teixeira Guimarães, em conformidade com o cânon 401.1 do Código de Direito Canônico, e nomeou hoje, 26, como bispo da diocese de Cornélio Procópio (PR), dom Manoel João Francisco, transferindo-o da sede episcopal de Chapecó (SC).

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Trajetória

Dom Manoel João Francisco é natural de Machados, Itajaí (SC). Recebeu a ordenação presbiteral em 8 de dezembro de 1973, em Navegantes (SC). Foi nomeado bispo em 28 de outubro de 1998. É bispo de Chapecó desde 21 de fevereiro de 1999.

Entre 2003 e 2007, foi presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. Também atuou como referencial da Pastoral Indígena e da Liturgia no regional Sul 4 (Santa Catarina). Em 2011, foi eleito presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic).

Papa nomeia bispo para Palmares (PE)

O papa Francisco nomeou hoje, 19, dom Henrique Soares da Costa, como bispo de Palmares (PE), transferindo-o da arquidiocese de Aracajú (SE), onde era bispo auxiliar. A diocese estava vacante após renúncia de dom Genival Saraiva de França, acolhida pelo papa Francisco, conforme prevê o Código do Direito Canônico.

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Dom Henrique Soares da Costa nasceu em 11 de abril de 1963, em Penedo (AL). Recebeu a ordenação presbiteral no dia 15 de agosto de 1992. Foi nomeado bispo pelo papa Bento XVI em 1º de abril de 2009, sendo ordenado em 16 de junho do mesmo ano. Seu lema episcopal é “Apascentar em Cristo”.

Formação
O novo bispo de Palmares (PE) é formado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. Cursou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (1993-1994). Possui mestrado em Teologia Dogmática com ênfase aos estudos da eclesiologia.

Trajetória
Na arquidiocese de Maceió, foi membro do Conselho Presbiteral, do Cabido Metropolitano, do Colégio de Consultores; Vigário Episcopal para os leigos e coordenador da Comissão de Formação Política e responsável pelos diáconos permanentes. Atuou como professor de teologia no Seminário Provincial de Maceió e no Curso de Teologia do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac). Lecionou, ainda, no Instituto Franciscano de Teologia, em Olinda, e no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife. Foi vigário episcopal para os leigos, membro do Cabido dos Cônegos da Catedral  e coordenador da Comissão de Formação Política.

Fonte: CNBB

Cardeal Damasceno é nomeado para a presidência do Sínodo

O papa Francisco nomeou hoje, 21, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, para a presidência do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá de 9 a 15 de outubro, no Vaticano.

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Foram nomeados também para compor a presidência do Sínodo Extraordinário: o arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois (à direita), e o arcebispo de Manila, cardeal Luis Antonio Tagle (ao centro). Os três cardeais serão responsáveis por acompanhar a preparação dos trabalhos do Sínodo que tratará dos desafios pastorais da família, no contexto da evangelização.

No ano passado, o papa enviou às paróquias de todo o mundo o “Documento Preparatório” do próximo Sínodo, com 35 questões, sobre a família. As Conferências Episcopais já repassaram as contribuições ao Vaticano.

Fonte: CNBB

Papa Francisco nomeia novo bispo auxiliar de Brasília (DF)

O papa Francisco nomeou hoje, 19, o monsenhor Marcony Vinícius Ferreira como bispo auxiliar de Brasília (DF). Atualmente é vigário geral da mesma arquidiocese.

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Monsenhor Marcony nasceu no dia 03 de março de 1964, em Brasília (DF). Ingressou para o Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima, em 1982, onde cursou Filosofia e Teologia. Recebeu a ordenação presbiteral em 03 de dezembro de 1988.

Especializou-se em Liturgia no Instituto Teológico Pastoral de Bogotá, em 1989, e no Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo em Roma, de 1993 a 1996. Possui mestrado em Liturgia pela Pontifícia Universidade Santa Cruz de Roma e especialização também em Liturgia.

Em sua caminhada como presbítero, monsenhor Marcony foi coordenador de Pastoral da arquidiocese de Brasília, membro do Conselho de Presbíteros, do Colégio de Consultores e vigário geral de Brasília. Também foi coordenador da formação litúrgica-doutrinal dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e responsável pelo folheto litúrgico “Povo de Deus”. Esteve como secretário geral do 16º Congresso Eucarístico Nacional, em 2010 e vigário episcopal do vicariato centro, em Brasília. Foi pároco da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, de Sobradinho (DF), de 1989 a 1993,e da Catedral de Brasília, de 1996 a 2010.

Atividades
Monsenhor Marcony tem uma trajetória no sacerdócio dedicada à formação de padres. Lecionou diferentes disciplinas no Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima, Ordinariado Militar de São Paulo e Seminário Redemptoris Mater. Atualmente é professor do Curso Superior de Teologia, da arquidiocese de Brasília. É autor de diversos artigos sobre religião no Jornal de Brasília.

Fonte: CNBB

Depoimento do Pe. Roberto